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Professor da Fazu ministra treinamento no Goiás e visita projeto de produção de leite em Minas Gerais

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O professor da Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba), Adilson de Paula Almeida Aguiar, esteve entre os dias 26 de fevereiro e 01 de março no estado de Goiás para ministrar treinamento e no estado de Minas Gerais trabalhando em um projeto de produção de leite. Nesta viagem o professor Adilson esteve acompanhado pelo colega zootecnista, Lucas Castro Silva, egresso da Fazu e proprietário da Lancer Consultoria.

Paraíso Nutrição Animal

Entre os dias 26 e 28 de fevereiro o trabalho foi na cidade de Jataí, localizada no sudoeste do estado de Goiás. No dia 27 o professor Adilson ministrou um treinamento para a equipe do Paraíso Nutrição Animal, cuja sede está instalada na cidade de Jataí, e tem uma filial em Ribeirão Cascalheira, no estado do Mato Grosso.

“Ao todo participaram deste treinamento mais de 30 integrantes que atuam em onze estados do país. O treinamento foi sobre Manejo da Pastagem, com os temas: estabelecimento da pastagem, manejo do pastejo, controle de plantas infestantes de pastagens, correção e adubação do solo, integração lavoura/pecuária”, destaca Aguiar.

A Paraíso tem em seu portfólio de produtos mais de 50 tipos diferentes de suplementos, principalmente para bovinos de corte. A Paraíso foi fundada em 2002 por um grupo de sócios, entre os quais o zootecnista Rafael Carvalho Miranda Martins, egresso da Fazu, graduado em 1998. Quando aluno foi monitor das disciplinas ministradas pelo professor Adilson, e também estagiou com o professor viajando por vários estados no trabalho de consultoria. Trabalhou como consultor em pastagens e nutrição de ruminantes entre 1998 e 2002 e a partir de 2002 tornou-se diretor técnico da empresa Paraíso Nutrição Animal.

Grupo Sekita Agronegócios

No dia 01 de março o trabalho foi no projeto do Grupo Sekita Agronegócios, localizado no município de São Gotardo, na região do Alto Paranaíba, estado de Minas Gerais. A Sekita Agronegócios produziu na agricultura na safra 2018, alho (300 ha), batata (300 ha), beterraba (250 ha), cenoura (800 ha) e repolho (400 ha), e na pecuária leiteira 54 mil litros de leite por dia. Para fazer rotação de culturas com as culturas principais (alho, batata, beterraba, cenoura e repolho) são cultivadas as culturas da soja, na primeira safra, do milho, na segunda safra, e aveia, trigo e triticale como culturas de inverno. Ao todo são cultivados atualmente aproximadamente 4.100 ha.

O professor Adilson começou a prestar serviços para o Grupo Sekita Agronegócios em março de 2008, quando foi contratado para fazer um diagnóstico com base no qual emitiu um diagnóstico do potencial do grupo investir na atividade leiteira. Com base neste diagnóstico o grupo passou a investir nesta atividade com início da primeira ordenha em junho de 2008. Entre 2008 e 2014 o professor Adilson trabalhou quase que mensalmente no projeto. Passados nove anos, em 2017, o projeto de pecuária leiteira do Grupo Sekita chegou na 4ª posição entre os 100 maiores produtores de leite do Brasil no ranking do relatório do Top 100 do Milkpoint de 2018, com 52.196 litros de leite por dia.

Em 2018, além do grande volume de leite produzido, 54.575 litros por dia, a qualidade do leite foi um destaque, com valores de 3,93% de gordura, 3,29% de proteína, 3.000 de CBT e 161 mil de CCS. “Os dejetos produzidos nas instalações do projeto de pecuária leiteira são separados em sólido e líquido. A parte sólida é usada para a produção de composto orgânico com adição de biocatalizadores e aplicados nas áreas de cultivos agrícolas com distribuidores de estercos. A parte líquida vai para os biodigestores para a produção de energia usada para manter as câmeras frias do projeto para armazenar os produtos HF e depois são aplicados em 700 ha como biofertilizantes por fertirrigação por pivôs centrais”, explica o professor Adilson.

No dia 01 de março, quando o professor Adilson trabalhou no projeto, o volume diário estava em 60.000 litros com produtividade média diária por vaca de 38 litros. No dia 01 de março o professor Adilson fez orientações sobre correção e adubação dos solos das áreas de campos de fenação e pré-secagem; estabelecimento e cultivo de campos de alfafa para fenação e pré-secagem; tratamentos com aditivos de fenos enfardados com alta umidade; controle de plantas infestantes de campos de fenação e pré-secagem e cultivos de forrageiras de inverno, aveia e azevém para a produção de fenos e pré-secados.

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