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Professor da Fazu desenvolve projetos no Sudoeste da Bahia

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Referência no mercado em programas de manejo da pastagem, correção e adubação dos solos, formulação dos suplementos minerais e concentrados, o professor da Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba), Adilson de Paula Almeida Aguiar, visitou entre o dia 27 de abril a 01 de maio, fazendas no Sudoeste da Bahia. Os municípios visitados foram os de Cocos e Jaborandi, onde Adilson desenvolve projetos em três fazendas da região.

No dia 27 de abril, o professor visitou a Fazenda Pouco Tempo, do Grupo Vale do Rio Grande, que tem sede em Uberaba e propriedades nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Bahia, com atividades de pecuária de corte e de leite, melhoramento genético das raças Guzerá e Sindi, reflorestamento e cultivo de grãos e café. “A Fazenda Pouco Tempo eu acompanho desde 1994, o objetivo do projeto é avaliar o estabelecimento de pastagens implantadas entre novembro e dezembro do ano passado e a implantação da infraestrutura de cercas, piquetes, bebedouros e cochos para suplementação nas novas áreas de pastagens. O projeto é de pecuária de corte de ciclo completo, cria, recria e engorda”, conta.

No dia 28 de abril, Aguiar visitou a Agropecuária Três Marias, de famílias de neozelandeses e de brasileiros, que é parceira do grupo da empresa Leite Verde, proprietário da marca Leitíssimo e da Fazenda Leite Verde. “A Agropecuaria Três Marias é fornecedora de leite para a indústria Letíssimo. Em 2015, a produção media diária de leite foi de 7.305 litros em uma área de 201 hectares, com produtividade da terra de 13.265 litros/hectare/ano na área total e de 23.596 na área com vacas em lactação. A produtividade média por vaca foi de 14,5 litros/dia e um rendimento médio por colaborador diretamente envolvido na ordenha de 1.461 litros/dia. O acompanhamento do projeto acontece desde 2013, quando o mesmo teve seu início”, explica Adilson.

A segunda visita de rotina do ano 2016 ao projeto da Fazenda Leite Verde aconteceu no dia 29 de abril. O projeto é de um grupo de produtores e investidores da Nova Zelândia e mais cinco sócios brasileiros e o professor acompanha desde 2002. “Atualmente o rebanho é composto por 5.597 cabeças que ocupam uma área de 504 hectares irrigados por pivô central, sendo 9 pivôs, com 11,1 cabeças/hectare sendo suplementados apenas com alimento concentrado, basicamente milho, sorgo e minerais”, diz.

Em 2015, a produção media diária foi de 20.000 litros de leite com aproximadamente 1.521 vacas em lactação e uma produtividade média por vaca de 13 litros/dia e mais de 31.000 litros/hectare/ano nos pivôs com vacas em lactação. O grupo Leite Verde ainda tem a marca Leitíssimo com os produtos Leitíssimo Integral, Leitíssimo Baixa Lactose, Leitíssimo Desnatado e em 2016 será lançado os cremes de leite Leitíssimo, com 20% e outro com 40% de gordura. A indústria fica dentro da própria fazenda e está processando diariamente mais de 33.000 litros, sendo que a diferença de 13.000 litros são produzidos por dois parceiros produtores da Nova Zelândia que tem fazendas vizinhas a da Leite Verde, entre os quais a Agropecuária Três Marias cliente visitado nesta viagem pelo professor Adilson Aguiar.

No dia 30 de abril, o professor Adilson Aguiar participou como diretor da segunda reunião anual da diretoria do Grupo Leite Verde, composta por quatro neozelandeses e pelo professor Adilson.

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