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Professor da Fazu desenvolve projetos no Mato Grosso do Sul e Bahia

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Com o objetivo de levar conhecimento sobre Pastagens e Nutrição Animal a pecuaristas e profissionais das Ciências Agrárias, o professor da Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba), Adilson de Paula Almeida Aguiar desenvolveu durante o mês de fevereiro projetos nos estados da Bahia e Mato Grosso do Sul.

De acordo com o professor, nos dias 2 e 3 de fevereiro Adilson voltou à Fazenda Santa Ofélia, no município de Selviria/MS aonde levou conhecimento econômico desde 1995. “Esta propriedade é uma referência nacional na produção de carne em pastagens irrigadas. São dois pivôs centrais, de 103,5 hectares cada um, o primeiro foi implantado em 2000 e o segundo em 2008. A produtividade média nestas pastagens irrigadas chegou a alcançar 85 arrobas por hectare em um ano, o que permitiu a produtividade média de todo a área útil (1.100 ha) alcançar mais de 20 arrobas/ha/ano, enquanto a produtividade media das pastagens do Brasil não passa de 4 @/ha/ano”, explica o professor.

Neste projeto, Adilson orienta os programas de manejo da pastagem; suplementação do rebanho; análise de projetos; controle de custos e de resultados, entre outras áreas. Desde o inicio dos anos 2000 a Fazenda Santa Ofélia tem oferecido estágios para os alunos dos cursos da Fazu, particularmente alunos do curso de Zootecnia. Atualmente, um dos egressos da Fazu, que foi estagiário na Fazenda Santa Ofélia, o Zootecnista Tiago de Miguel Felipini, faz parte do conselho da empresa e acompanha o projeto de perto.

Segundo o professor Adilson, nos dias 04 e 05 visitou a Fazenda Santa Maria, em Cassilândia/MS. Nesta propriedade o professor desenvolve a atividade de ciclo completo da pecuária de corte, com as fases de cria, recreia e engorda. Na viagem, o professor Adilson esteve acompanhado pelo egresso do curso de Zootecnia, Mateus Contatto Caseta, que acompanha o projeto da Faz. Santa Maria mais de perto com quatro visitas por ano, sendo uma delas com o prof. Adilson.

Mateus também é professor da Fazu nos cursos de Pós-graduação em Manejo da Pastagem e em Solos e Meio Ambiente. Eles começaram a acompanhar o projeto da Santa Maria em 2013 com o inventários dos recursos da propriedade a partir do qual eles emitiram um diagnóstico da situação atual e da potencial do projeto. Desde então eles vem orientando e acompanhando todo o projeto nas diferentes áreas, sendo o melhoramento genético, reprodução, sanidade, manejo de pastagem, suplementação do rebanho, gestão entre outras atividades.

Segundo informa Aguiar, nos dias 10 e 12 de fevereiro ele realizou a sua primeira visita de rotina do ano 2016 ao projeto da Fazenda Leite Verde no município de Jaborandi, sudoeste da Bahia. O professor visita este projeto desde 2002. Nos primeiros 10 anos as visitas foram praticamente mensais, de 2002 a 2012, e nos últimos três anos, com a padronização dos processos da fazenda, as visitas têm sido menos frequentes, a cada 45 a 60 dias. “Este projeto é de um grupo de produtores e investidores da Nova Zelândia e mais cinco sócios brasileiros. Atualmente o rebanho é composto por 5.322 cabeças que ocupam uma área de 504 hectares irrigados por pivô central (9 pivôs) nos 12 meses do ano (10,56 cabeças/hectare) sendo suplementados apenas com alimento concentrado, basicamente milho, sorgo e minerais”, conta o professor.

Em 2015, a produção media diária da Fazenda Leite Verde foi de 20.000 litros de leite com aproximadamente 1.521 vacas em lactação e uma produtividade média por vaca de 13 litros/dia e mais de 31.000 litros/hectare/ano nos pivôs com vacas em lactação. “O grupo Leite Verde ainda tem a marca Leitíssimo com os produtos Leitíssimo Integral, Leitíssimo Baixa Lactose, Leitíssimo Desnatado e em 2016 será lançado os cremes de leite Leitíssimo, com 20% e outro com 40% de gordura. A indústria fica dentro da própria fazenda e está processando diariamente mais de 33.000 litros, sendo que a diferença de 13.000 litros são produzidos por dois parceiros produtores da Nova Zelândia que tem fazendas vizinhas à da Leite Verde”, comenta o professor Adilson.
Segundo informa o professor, dezenas de acadêmicos da Fazu selecionados por Adilson Aguiar já fizeram seus estágios curriculares na Leite Verde nos últimos 12 anos, quatro egressos já trabalharam na empresa como gerentes de setores. O atual gerente geral da Fazenda Leite Verde, Juliano Alves de Almeida é egresso da Fazu. “Nesta visita o professor visitou os diferentes setores da fazenda, fez reuniões com o gerente geral e com os gerentes dos setores, com o CEO da empresa e com agricultores da região que são parceiros da Leite Verde para a produção de grãos para o rebanho”, explica Adilson.

O professor Adilson Aguiar é consultor e diretor da empresa Leite Verde. Como consultor é responsável pelos programas de manejo da pastagem, correção e adubação dos solos, formulação dos suplementos minerais e concentrados, treina os integrantes das equipes da fazenda nestas diferentes áreas e ainda auxilia o gerente geral no manejo de irrigação, na elaboração do planejamento e orçamento anual e na avaliação anual de todos os funcionários da fazenda.

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