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Egressa da Fazu realiza projetos sobre o Desenvolvimento de Mudas de Hortaliças e a Adubação Nitrogenada na Cultura do Milho

A egressa do curso de Agronomia da Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba), Wanessa Cecília Pereira Siqueira, desenvolveu durante o curso um projeto em parceria com a Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de Minas Gerais) sobre a Cultura do Milho. A pesquisa teve como objetivo saber “Os efeitos da adubação nitrogenada em diferentes estádios* da Cultura do Milho (zea mays)”, a ex-aluna foi orientada pelo professor Alex Moretrini e co-orientada pelo o professor Salvador Jorge Miziara Neto.

No Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), Wanessa desenvolveu um segundo projeto na Fazu, o trabalho foi intitulado de “Desenvolvimento de mudas de hortaliças em dois tipos de bandejas comerciais”, a acadêmica foi orientada pelo professor Ricardo Moreira de Mendonça.

Sobre o projeto na Cultura do Milho
A produtividade de grãos e de matéria seca da parte aérea da planta de milho aumenta com a elevação das doses de nitrogênio. O experimento foi realizado no campus das Fazu. “Os tratamentos são T1 com adubação 210g nos estágios entre V4 (4 folhas) a V8 (8 folhas), no T2 com dose 210g sendo em V2 no T3 duas adubações com dose 105g V2 e 105g em V4, no T4 será feito parcelamento de 3 adubações de 70g em V2 V4 V8, no T5 4 adubações de 53g em V2 V4 V8 e no pendoamento, sob 4 repetições, constituindo 20 unidades experimentais, sendo avaliadas no total do experimento 10 plantas”, explica Wanessa Siqueira.

De acordo com a egressa, o delineamento experimental utilizado foi o em blocos casualizados. “Para altura de inserção de espiga, peso de 10 espigas debulhadas, massa de 100 grãos e a quantidade de grãos por espigas não se diferiram estatisticamente em relação ao parcelamento de ureia protegida”, conclui a egressa.

Sobre o projeto de Mudas de Hortaliças
Segundo dados do projeto da Agrônoma, o emprego de bandejas de poliestireno expandido e de polietileno tem se mostrado eficiente na produção, transplante e transporte de mudas de hortaliças, por proporcionar economia tanto de substrato quanto de produtos para tratamentos fitossanitários. “O objetivo do estudo foi avaliar o crescimento de mudas de alface, tomate e couve-flor cultivadas em bandejas de poliestireno expandido, ou seja, isopor e de polietileno, o plástico”.

O experimento foi realizado no Setor de Hortaliças da Fazu, entre os meses de agosto e outubro de 2015, em ambiente protegido. “O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 3×2, com quatro repetições. Os tratamentos constituíram de três hortaliças alface (Lactuca sativa), couve-flor (Brassica oleracea var. botrytis L.), tomate (Lycopersicon lycopersicum L.) e dois recipientes (isopor e plástico). Para a produção de mudas das hortaliças utilizou bandejas de isopor (poliestireno) com 128 (25,09 mL) e 200 (16,23 mL) células de formato piramidal e bandejas de plástico (polietileno) com 128 (22 mL) e 200 (12,5 mL) células de formato cônico”, explica a egressa.

As avaliações foram realizadas trinta e dois dias após semeadura (DAS). Em cada avaliação foram retiradas, aleatoriamente, 50 plantas de cada bandeja sendo avaliadas a altura da planta, o número de folhas, massa fresca e seca da parte aérea e massa fresca e seca do sistema radicular. “Os resultados da pesquisa evidenciaram que as bandejas de isopor e de plástico foram eficientes na promoção do desenvolvimento das mudas de alface, tomate e couve-flor. Conclui que é recomendável produzir mudas das hortaliças avaliadas em bandejas com 128 e 200 células de polietileno”, enfatiza Wanessa Siqueira.

Sobre Wanessa Siqueira
Wanessa Cecília Pereira Siqueira tem 23 anos e é natural de Campo Alegre de Goiás/GO. Graduou-se em Agronomia pela Fazu no segundo semestre de 2015. Atualmente realiza especialização em Tecnologia de Produção de Grãos pela Rehagro (Recursos Humanos no Agronegócio).

De acordo com Wanessa, ela optou por estudar na Fazu pelo nome que a faculdade tem, pelos professores de renome, programas de monitorias e pela estrutra da Fazenda Escola. “Fui monitora voluntária durante um ano na disciplina de Sistemática Vegetal e remunerada um na disciplina de Morfologia Vegetal, auxiliando o professor Edson Komori nas aulas, o qual tenho grande admiração”, afirma.

“A Fazu tem grande importância para a sociedade não apenas brasileira, mas também estrangeira, onde é responsável por formar profissionais e gerar emprego na região”, finaliza a egressa da Agronomia, Wanessa Siqueira.

* Cada um dos momentos em que se pode dividir um processo ou uma evolução

 

 

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