CPA - Comissão Própria de Avaliação

Como poderosa ferramenta de melhora e crescimento contínuos, a Avaliação Institucional objetiva contribuir para o aperfeiçoamento da prática pedagógica e administrativa da FAZU.

Avaliação Institucional Fazu

Sobre a CPA

História

10 Dimensões do SINAES

Integrantes

A Avaliação Institucional deve ser entendida como um processo contínuo de crescimento com o significado mais elevado que é a promoção do aperfeiçoamento.

Campanha atual
Avaliação Institucional

Clique aqui e confira os resultados da Avaliação Institucional de 2016

Preenchimento do questionário: 21 a 25 de Novembro de 2016
Divulgação dos resultados: Janeiro de 2017

Última campanha
Avaliação de Professores e Coordenadores

Resultados da Avaliação Institucional de 2015:
CPA – Alunos
CPA – Professores e Colaboradores

Missão
Desenvolver e encaminhar o processo de Avaliação Institucional, analisando com responsabilidade as informações obtidas e propondo sugestões de melhorias para o desenvolvimento da Instituição.

Objetivo Geral
Com o foco de atuação na análise integral e integrada das 10 dimensões do SINAES, a CPA da FAZU tem como objetivo garantir o levantamento de informações de todo o processo avaliativo da instituição ao público acadêmico, respeitando a identidade e a diversidade dos cursos que oferece. Também tem o objetivo de promover a participação de todos os envolvidos no processo educacional, bem como a representatividade da sociedade civil organizada.

Objetivos Específicos
– Estabelecer uma metodologia quantitativo-qualitativa que permita gerar um banco de dados consistentes e integrados, para a construção de indicadores relevantes de diagnóstico, controle e autoconhecimento, visando a melhoria da qualidade de ensino.
– Elaborar os mecanismos a serem implementados no processo avaliativo, bem como suas formas de tabulação e aproveitamento dos resultados obtidos.
– Fornecer ao corpo diretivo sobre o desempenho da Instituição elementos que permitam o dimensionamento de políticas de ensino e de gestão acadêmica.

Metodologia
Serão aplicados questionários aos diversos segmentos da FAZU, egressos dos cursos e representantes da comunidade regional, objetivando diagnosticar a realidade atual da Instituição. Os resultados dos referidos questionários subsidiarão o processo de análise e definição de uma política de melhoria do desempenho institucional.

Denominada Comissão Própria de Avaliação, a CPA foi criada pela Legislação de Ensino Superior do MEC – pela Lei 10.861 de 10 de abril de 2004 e pelo Decreto 5.773 de 9 de maio de 2006. Essa comissão é elemento obrigatório para todas as instituições de ensino superior do País e tem por objetivo avaliar a IES de forma autônoma, apresentando seu relatório de avaliação para o dirigente institucional e para o INEP, possibilitando à IES o aperfeiçoamento de seus processos internos no que diz respeito às 10 dimensões do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior).

A Comissão Própria de Avaliação da FAZU foi constituída em 14 de Outubro de 2004.
É responsável pela condução dos processos de avaliação interna, sistematização e prestação de informações solicitadas pela CONAES/MEC.

A CPA da FAZU tem atuação autônoma em relação aos conselhos e demais órgãos colegiados existentes na Instituição.
Todos os semestres, a FAZU envolve acadêmicos, colaboradores e docentes em torno das atividades da Comissão Própria de Avaliação. Por meio da avaliação, é possível chegar aos gargalos existentes na instituição e encontrar soluções inteligentes que beneficiem toda a comunidade acadêmica. O processo é contínuo e analisa a opinião de alunos, professores, técnicos administrativos e da sociedade civil organizada.

A pesquisa levanta dados da estrutura da faculdade, avaliando o desempenho dos docentes, além da estrutura e os serviços prestados pela instituição, incluindo a política de atendimento, extensão e a responsabilidade social.

O sistema permite que os participantes preencham o questionário em casa, no escritório ou nos laboratórios da faculdade, que ficam à disposição da comunidade no período de realização da avaliação.

Os processos de avaliação ocorrem desde 2004 e os frutos do trabalho podem ser observados no cotidiano da instituição. Entre os exemplos de aperfeiçoamento oriundos da CPA, podemos citar:
Melhorias 2015/2016:
– aumento do número de vagas do estacionamento;
– participação de toda a comunidade acadêmica na elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional;
– implantação da Fazu Virtual, escola de ensino à distância da Fazu;
– intensificação de aulas práticas na Fazenda Escola – projeto integrador com aulas práticas para cada unidade da matriz curricular da Fazu;
– aplicação de metodologias ativas em sala de aula;
– aumento do número de cursos de extensão universitária;
– implantação da Política de responsabilidade social da Fazu;
– criação do Egresso Online, portal de acompanhamento dos ex-alunos.

Melhorias anteriores:
– a melhoria na cantina da faculdade;
– a iluminação no estacionamento do campus;
– a instalação de espelho nos banheiros femininos;
– a climatização de todas as salas de aula;
Dentre outros anseios da comunidade acadêmica.

É por meio das respostas que a comissão pode direcionar se a FAZU esta cumprindo ou não suas metas.
Logo, é necessário que o questionário seja respondido de forma a retratar a realidade da Instituição. O sistema de avaliação foi criado de forma a manter o sigilo do servidor e do aluno que a responde.

A CPA da FAZU é regida segundo as 10 dimensões do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. São elas:

1. Missão e Desenvolvimento Institucional.

2. As políticas para a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluindo os estímulos para a produção acadêmica, para as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades.

3. A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere em sua contribuição à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural.

4. A comunicação com a sociedade.

5. As políticas de pessoal, de carreira do corpo docente e técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, seu desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho.

6. Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios.

7. Infra-estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação.

8. Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional.

9. Políticas de atendimento ao estudante.

10. Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior.

» Márcia Carvalho da Silva – Representante da Coordenação de Ensino

» Juliana Jorge Paschoal – Professora Representante do Corpo Docente Diurno

» Sérgio Luis Hillesheim – Professor Representante do Corpo Docente Noturno

» Guilherme Salge Roldão – Professor Representante do Corpo Docente Diurno/Noturno

» João Batista Costa Gonçalves Jr. – Professor Representante do Setor de Pós-Graduação

» Jefferson Ferreira Cardoso – Técnico Administrativo Representante do Setor de Informática

» Marta Aparecida Tovo Santos – Técnico Administrativo Representante dos Laboratórios

» Jorge Longo – Técnico Administrativo Representante do Setor Financeiro

» Maria Angélica Inácio – Técnico Administrativo Representante da Biblioteca

» Thiago Vilela Tristão – Aluno Representante do Corpo Discente

» Sávio Caldeira Bahia Lima – Aluno Representante do Corpo Discente

» Fátima Aparecida Lopes Paulino – Representante da Sociedade Civil