Laboratórios de Análise de Solos e Nutrição Animal

Conheça os serviços oferecidos pelos laboratórios de análise da Fazu para clientes de todo o Brasil

Com equipamentos modernos, procedimentos atualizados e profissionais altamente qualificados, os Laboratórios de Análises da Fazu atendem clientes de Uberaba, região e de todo o país, que nos enviam suas amostras.

Garanta os melhores resultados para a sua empresa ou empreendimento rural.
Contrate os serviços de análise dos laboratórios da Fazu!

Serviços oferecidos
– Análise de Solos
– Análise de Nutrição Animal

Entre em contato
Supervisora dos Laboratórios: Marta Tovo
(34) 3318-4114 / analises@fazu.br

Consulta de Resultado e Envio de Material

Análise de Solos

Análise de Nutrição Animal

Valores das Análises

Consulte o resultado da sua análise

Digite seu número de consulta do cliente:


Envie seu material para análise

Informe-se ao lado sobre a forma correta de se coletar amostras bromatológicas e de solo e envie* seu material para análise em nossos laboratórios.

Informações necessárias rotulando o material
– Identificação da amostra;
– Nome do produtor;
– Data da coleta;
– Dados sobre a amostra (nome da forragem, ração, minerais, entre outros);
– Análises a serem feitas.

Procure conversar com o responsável técnico do laboratório para esclarecer suas dúvidas, como por exemplo, podendo-se indicar mais análises a serem feitas ou então suprimindo aquelas sem necessidade de acordo com o que for preciso saber.

Endereço para envio de material
Av. do Tutuna, 720 – Caixa Postal: 247
CEP: 38061-500 – Uberaba/MG
Aos cuidados dos Laboratórios de Análises

*Consulte os valores do serviço de cada tipo de análise.

Entrega presencial de material
Caso você more em Uberaba ou queira conhecer os Laboratórios antes de enviar sua análise, na recepção da Fazu estão disponíveis de forma gratuita embalagens adequadas para a coleta de amostras para as análises de solo e de nutrição animal, contendo orientações e informações.

Análise de Solos

É através da análise de fertilidade do solo que o pecuarista ou o agricultor podem avaliar as condições de disponibilidade dos nutrientes para as diversas culturas, fazendo a eventual aplicação de corretivos ou adubos na dose certa, com economia, sem desperdícios e sem agredir o meio-ambiente.

A análise de solo constitui-se, ainda, em um valioso recurso para o produtor rural que, contando com o apoio técnico adequado, pode auferir maiores ganhos na produção.

Informações para coleta de solos

A amostragem de solo é a primeira etapa na avaliação da fertilidade do solo. Assim, uma amostragem inadequada do solo resulta em uma análise inexata e, consequentemente, na interpretação e recomendação equivocadas, o que pode causar graves prejuízos econômicos ao produtor e danos ao meio ambiente.

Uma amostragem criteriosa requer a observação não só do sistema agropecuário em uso, mas também de princípios relacionados com a seleção da área para amostragem e com a coleta de amostras.

Seleção da área de amostragem
Para que a amostra de solo seja representativa, a área amostrada deve ser a mais homogênea possível. Assim, a propriedade ou a área a ser amostrada deverá ser subdividida em glebas ou talhões homogêneos, considerando a vegetação, a topografia, e características do solo como cor, textura, drenagem e o histórico da área (cultura atual, cultura anterior, uso de corretivos e fertilizantes).

Na amostragem da área com cultura perene, deve-se considerar as variações de cultivar, a idade das plantas, as características do sistema de produção e, principalmente, a produtividade.
Diante do exposto, ressalta-se que os limites de uma gleba de terra para amostragem não deve ser definida pela área, mas sim pelas características já citadas, que determinam sua homogeneidade.

Coleta de amostras de solo
Na amostragem de solo para a análise físico-química, são trabalhadas amostras simples e compostas. Amostra simples é o volume de solo coletado em um ponto da gleba e a amostra composta é a mistura homogênea das várias amostras simples coletadas da gleba, sendo parte representativa desta e aquela que será submetida à análise físico-química.

Para que a amostra composta seja representativa da gleba, devem ser coletadas de 20 a 30 amostras simples por gleba.
Outro aspecto fundamental é a distribuição espacial das amostras simples na gleba.
As amostras simples devem ser uniformemente distribuídas por toda a gleba, o que é obtido realizando-se a coleta ao longo do caminho em zigue-zague pela gleba.
Uma maior eficiência de distribuição dos pontos de coleta é obtida em glebas menores que 10 hectares, por isso é recomendado a subdivisão das glebas muito grandes.

No caso de amostragem de solo em glebas de cultura perene (cafeicultura, fruticultura, dentre outras), os pontos de coleta das amostras simples devem ser localizados na área adubada, em geral, sob a projeção da copa.
Observando-se a profundidade de amostragem, coleta-se a amostra cortando fatias de 4cm centrais.

Para a maioria das culturas, as amostras simples são coletadas na camada de 0 a 20cm, no entanto, deve-se levar em conta a camada de solo onde se concentra o maior volume do sistema radicular.
Para pastagens já estabelecidas, por exemplo, recomenda-se a amostragem na camada de 0 a 5cm ou até 10cm.

Quando necessário, pode retirar-se outra amostra composta de 10 a 20cm.
Para áreas novas, principalmente quando se pretende a implantação de culturas perenes, recomenda-se coletar as amostras simples nas camadas de 0 a 20cm, 20 a 40cm e 40 a 60 cm.
A amostragem de camadas mais profundas permitirá avaliar a necessidade da correção de impedimentos químicos ao desenvolvimento radicular, tais como: elevada acidez, elevados teores de Al e baixos teores de Ca.
As amostras simples das diferentes camadas devem ser coletadas no mesmo ponto e em igual número, obtendo-se amostras compostas para cada camada.
No ponto de coleta das amostras simples, a superfície do solo deverá ser limpa, removendo-se restos vegetais sem, contudo, remover a camada superficial do solo.
Os pontos de coleta das amostras simples não devem ser localizados próximos a acidentes atípicos na área, como cupinzeiros, restos de queimadas, deposição de fezes, cochos, saleiros e estradas.

Processamento das amostras e envio para análise
As amostras simples devem ser reunidas em um recipiente limpo, evitando-se os metálicos, principalmente os galvanizados, dando preferência aos de plástico.
O volume de solo das amostras simples deve ser cuidadosamente destorroado e perfeitamente homogeneizado, para obter uma amostra composta representativa, que deve ser constituída por um volume aproximado de 250cm³ (1/4 litro).
Este volume de solo pode ser seco à sombra antes de ser enviado ao laboratório.
O volume da amostra composta deve ser acondicionado em saco plástico limpo e ser devidamente identificado, pelo lado externo (evitando-se inserir papeis com identificações dentro dos sacos com amostras, para que a umidade não os deteriore).

Comunicado Técnico sobre Amostragem do Solo

  • Para maiores esclarecimentos e informações ilustrativas, acesse aqui o Comunicado Técnico
  • Análise de Nutrição Animal

    O objetivo da análise de Nutrição Animal é avaliar a disponibilidade dos nutrientes contidos em forragens, silagens, matérias primas e rações utilizadas na alimentação dos animais domésticos zootécnicos.
    Hoje, a alimentação animal segura é um fator determinante para a competitividade da pecuária nacional, tanto no mercado interno quanto externo, sempre focado em proporcionar o melhor resultado econômico para os clientes.

    Informações para coleta bromatológica

    Rações, grãos, farinhas e outros alimentos secos
    – Coletar as amostras do lote a ser analisado em vários sacos (de 10 a 20), em torno de 100g por saco;
    – Tornar a mistura bem homogênea, fazendo uma amostra composta;
    – Após a homogeinização do material, retirar cerca de 300g e enviar para análise em saco de plástico ou de papel limpo.

    De 1 a 4 sacos coletados, deve-se retirar 5 amostras de cada saco.
    De 1 a 10 sacos coletados, deve-se amostrar em todos os sacos.
    Para quantidades maiores, deve-se retirar 20 amostras de locais diferentes e homogeneizá-las muito bem.
    É importante rotular as amostras, de preferência em papel, colado por fora da embalagem.

    Silagens e material com alta umidade
    – Coletar cerca de 1kg de material em saco plástico limpo e seco;
    – Conservar a coleta na geladeira;
    – Enviar para análise o mais rápido possível.

    Em caso de longas distâncias, é preciso manter as amostras refrigeradas embalagens térmicas, como uma caixa de isopor, por exemplo.
    As silagens podem ser coletadas diretamente no silo ou nos comedouros.
    A coleta no silo deve ser feita em vários pontos, desprezando-se uma fatia de 15cm no sentido vertical para evitar coletar material exposto ao ar e à luz.

    Forragem
    – Coletar cerca de 10 amostrar por hectare, com 100g em cada amostra;
    – Tornar a mistura bem homogênea, fazendo uma amostra composta;
    – Após a homogeinização do material, retirar cerca 500g e enviar para análise em saco de plástico ou de papel limpo.

    Não se deve coletar material perto de estrada ou cochos de sal mineral.
    Nas épocas chuvosas, deve-se colher em vários pontos, fazendo zigue-zague, e arrancando com a mão a parte superior da planta, imitando o pastejo;
    Nas épocas secas, deve-se cortar rente ao solo, sem terra ou raízes, não podendo lavar o material, selecionar pontas ou tirar caule e folhas mortas.

    Feno
    – Retirar do fardo uma camada de 8 a 15cm de espessura e coletar várias amostras;
    – Tornar a mistura bem homogênea, fazendo uma amostra composta;
    – Após a homogeinização do material, retirar cerca 500g e enviar para análise em saco de plástico ou de papel limpo.

    Para lotes de até 10 fardos, deve-se coletar em todos.
    Para lotes acima de 10 fardos, deve-se coletar ao acaso pelo menos 10 amostras.
    No caso de feno a campo (medas ou montes), deve-se desprezar a camada exposta ao ar.

    Comunicado Técnico sobre Amostragem e Análise Bromatológicas

  • Para maiores esclarecimentos e informações ilustrativas, acesse aqui o Comunicado Técnico
  • Análise de Solos


    Observações
    – Fertilidade: pH, Cálcio, Magnésio, Potássio, Fósforo, Acidez Potencial (H+Al), Alumínio, Fósforo Remanescente;
    – Fósforo assimilável pelo método de Mellich;
    – pH em água;
    – Enxofre: Método Cloreto de Bário.

    Análise de Nutrição Animal


    Legenda:
    MS = Matéria Seca
    FDN = Fibra em Detergente Neutro
    FDA = Fibra em Detergente Ácido
    Hemicelulose = FDA + FDN (cálculo)
    NIDN= N Insolúvel em FDN
    NIDA=N Insolúvel em FDA
    FDNc= FDN corrida para cinzas
    FDAc= FDA corrida para cinzas
    FDNc,p= Fibra em detergente neutro corrigida para cinzas e proteína
    FDAc,p= Fibra em detergente ácido corrigida para cinzas e proteína
    EE = Extrato Etéreo
    PB = Proteína Bruta
    FB = Fibra Bruta
    NDT = Nutrientes Digestíveis Totais (energia)
    Ca = Cálcio
    P = Fósforo
    MM = Matéria Mineral
    ENN = Extrato não Nitrogenado
    NNP = Nitrogênio não Proteico
    N = Nitrogênio